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quarta-feira, 18 de maio de 2011

cachoeira da ostra

Fabinho de dando a seg. na via de 4 grau com a cachoeira ao fundo

Psicobloco ao som das águas

Crystianne Jardim mandando a via positiva

Visual das águas cristalinas com a parede negativa ao fundo

vista do poço da cachoeira

Croqui do "esquema geral" da Ostra


Localizada a cerca de 30 Km de BH, a cachoeira da Ostra é acessível através do povoado de Casa Branca, distrito de Brumadinho, e deve-se seguir, a partir do centro do distrito, rumo ao condomínio Cachoeiras da Aldeia, aproximadamente 1 Km após sair da praça, tem um poste à direita indicando um templo budista à frente, neste ponto, vire à esquerda e siga direto, continue pela estrada de terra até o final, onde tem um pequeno descampado, é aí que se estaciona o veículo e passa a seguir a pé! Suba a serra seguindo fielmente o caminho dos escravos, no seu topo, continue no rumo a leste e siga a trilha principal, ao chegar no riacho desça pela direita, seguindo a trilha já existente, no final do descampado há uma trilha à esquerda do riacho, ande por mais uns 300 mts por ela e a partir daí se chega na cachoeira. Há outra trilha à esquerda que vai em uma descida de um quarto grau, esta pode ser protegida por uma chapeleta de argola já instalada no local...


Leve fitas grandes pois na maioria das vias deve-se ficar ancorado e com a corda junto ao corpo, pois as mesmas estão literalmente se iniciando nas águas, o equipamento necessário é uma corda de 60 m(caso queira fazer a via do positivo) e um jogo com 12 costuras. Há também um bom psicobloco cotado em V1, com águas cristalinas na base. Nesta ocasião fomos eu, Fabinho, Crystianne Jardim, André Dedão e Tati (minastrekking). Crédito das fotos Crystianne Jardim

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

cachoeira da ostra

poço da cachoeira
galera na seg. das vias
KamiCAD entrando na via
custurandu...
vegetação
mais plantas...


Domingão, obrigações cívicas e um tempo maravilhoso....

Quando eu saí da cabina de votação, já decepcionado pelas péssimas opções, penso friamente em esfriar a cabeça, pois no sábado anterior eu havia trabalhado incessantemente e estava com as energias praticamente esgotadas!

Rapidamente a galera se organiza e marca de ir pra cachoeira da ostra, um recanto com águas cristalinas e vários poços para banho, além de um complemento exclusivo: vias de escalada com água corrente na base! Anteriormente eu sabia que o Éderson, vulgo Xinha, iria guiar um pessoal para lá e num deu outra: quando chegamos no início da trilha havia um grupo de pessoas reunidas e lá estava ele, acompanhado de seu filho Édersinho e Thiago, escalador novato, porém persistente, mais algumas pessoas que curtiram apenas o passeio, não incluindo a escalada no roteiro.

localizada a cerca de 30 Km de BH, a cachoeira da ostra é um refúgio para os banhistas mais animados, a iniciar pelo acesso que necessita de uma caminhada um pouco pesada com subidass e descidas bem íngremes e relevo bastante acidentado, e dura cerca de uma hora, sendo necessário certo preparo para se chegar, principalmente no poço superior, pois para acessá-lo sem entrar na água, têm que desescalar um quarto grau bem exposto, podendo ser protegido com corda, pois têm uma chapeleta no topo, mas mesmo asssim é meio esquisito!

De cara já fomos direto pra água, pois já tava fritando de suadeira, e necessitava de um banho refrescante! Primeiramente entrei na via mais à direita, um 6+ com movimentos técnicos e, principalmente na minha situação, extremamente forte, pois a cada movimento que eu fazia ficava uma cara descansando os braços! A outra via em que entramos foi a raios e trovões, um 7a com um lance bem técnico e movimentos de resistência, é outra que vale a pena conhecer!

Infelismente não pudemos entrar nas outras vias pois já estava tarde e tínhamos ainda uma caminhada pra enfrentar, mas agradeço a galera por proporcionar um ambiente bacana em um dia tão agradável! valeu

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Serra das andorinhas

Dom Pedro I na 1a parada da via
Minerações na beira da estrada que liga Casa Branca a Ibirité
Cafezinho para esquentar o peito
Batistuta, Igão e Caio ao lado do Geotanque com a serra das andorinhas ao fundo
a via móvel se localiza na fenda à esquerda e a cream cracker vai acompanhando a mancha amarela
Caio na seg ao lado da peçonha
Tunder encadenando a cream cracker 7a
Caio fazendo um movimento irado
Batistuta na 1a enfiada da fenda
chegando no final da 1a enfiada
Igão entrando na segunda enfiada
Protegendo...
Rapelzinho na jurema! será que aguenta??

Aproveitando uma folga em dia útil, saímos eu, Igão, Batistuta e o Caio para escalar em mais um dos locais privilegiados de escalada no entorno de BH: a serra das andorinhas!

Distante uns 20 km de BH, a serra das andorinhas se localiza dentro do Parque estadual da serra do rola moça e mantém rica representação em fauna e flora, onde inclusive fomos visitados por um dos animais mais perigosos, a cascavel, mas pelo que vi apenas estava transitando pelo local.
Nas grandes faces rochosas encontram-se vias de vários graus e altura, que variam do 4o ao 9o grau e vias que vão desde os 6 até 140 mts.
Entrei numa via que se chama cream cracker, um 7a que tem uns 70 mts e é bem exigente no início e com uns pequenos esticões que dão pra esquentar um pouco o sangue...
Batistuta e Igão entraram em uma via desconhecida que me parece ser um pouco puxada na segunda enfiada, mas que eles mandaram com tranquilidade. Pena que chegamos muito tarde para escalar e eles tiveram então que descer porque já estava um pouco tarde. Foram bem animados de descerem na "jurema", que rapelar nessas arvrinha fininha aí.... sei não!!
Algo que me surpreendeu foi que na última vez em que fui lá, havia um fluxo incessante de água corrente no caminho da serra, que desapareceu por completo no inverno, demonstrando que há ambientes extremos nas duas principais estações do ano, e a resistência que os animais e plantas têm que ter para sobreviver em tais ambientes. Temos que preservar!!
Valeu, galera! por mais uma escalada